Quinto Império - "Relançar a Tradição Espiritual


Na formação de Portugal existe um propósito divino. Desde os primórdios da nacionalidade que o povo português se intitulou um povo eleito para realizar grandes feitos.

A matriz portuguesa encontra-se no povo lusitano para quem, tal como hoje, a liberdade era um bem maior, uma das suas grandes bandeiras.

Nesta pequena parcela de terra, muitos foram os povos que a habitaram e por ela lutaram, não conseguindo, todavia, assenhorearem-se daquele que seria o futuro reino de Portugal.

Ao longo da história, os portugueses passaram por muitos obstáculos que puseram em causa a afirmação da sua identidade nacional. Grande foi o esforço do povo deste pequeno país para enfrentar as forças políticas, religiosas e de estratos sociais elevados que desejavam ver o território em outras mãos. Contudo, o povo luso conseguiu ultrapassar os muros que o impediam de continuar o propósito divino a que estava destinado. Disso é prova o milagre da Batalha de Ourique em que D. Afonso Henriques tem a visão de Deus e ouve a Sua voz que lhe diz: “volo in te, et in semine tuo imperium mihi stabilire, ut deferatur nomen meum in exterae gentes.”, anunciando-lhe a vitória e o destino glorioso da nação a quem Deus prometeu o mundo. Foi este conhecimento profundo das coisas divinas imbuído no espírito do grande D. Nuno Álvares Pereira que lhe permitiu erguer Portugal para a história que tinha de levar a cabo, recuperando a identidade nacional. Foi graças ao elevado espírito de união que o líder das hostes portuguesas trouxe a vitória a Portugal. O seu patriotismo e a sua arreigada ligação a um cristianismo de cruzada, levara D. João I a confiar-lhe a pátria. À cruzada guerreira sobrepunha-se, cada vez mais, a cruzada espiritual alicerçada numa fé inabalável que queria pôr em prática. Crescia em si a força da oração. A fé venceu, mais tarde, o cavaleiro, apenas a cruz norteava a sua vida. Entre a espada das batalhas pela liberdade e a oração se talhou o carácter de D. Nuno Álvares Pereira ..... ver texto completo

D. Afonso Henriques
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D. Sebastião
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D. Nuno Álvares Pereira
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Quinto Império Espiritual- "Padre António Vieira"
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Luís de Camões
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Fernando Pessoa
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Agostinho da Silva
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HINO DOS NAVEGANTES


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